O que a Bíblia diz sobre a fofoca

"O que a Bíblia diz sobre a fofoca?"

A palavra hebraica traduzida como “fofoca” no Antigo Testamento é definida como “alguém que revela segredos; que age como um fofoqueiro ou traficante de escândalo." Um fofoqueiro é uma pessoa que tem informações privilegiadas sobre outras pessoas e revela essa informação àqueles que não precisam saber. Os fofoqueiros falam dos erros e defeitos dos outros, ou revelam detalhes potencialmente embaraçosos ou vergonhosos sobre a vida alheia sem o seu conhecimento ou aprovação. Mesmo se não tiverem má intenção, ainda é fofoca.
Qualquer pessoa pode acabar participando de uma fofoca ao repetir algo escutado em segredo. O livro de Provérbios tem uma longa lista de versículos sobre os perigos da fofoca e potencial dano que pode resultar. "O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto" (Provérbios 11:12-13).
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Faça o bem e o bem iluminará a sua vida

Não permita que ninguém lhe proíba de fazer o bem.
O mandamento maior é o Amor. 
Este é Divino e está acima de qualquer estatuto humano.
Muitos ao se agarrar a vaidade de possuir uma estrela, acabam abrindo mão da verdadeira Luz...
" Mesmo um copo d'água, servido a um desses pequeninos em meu nome, não ficará sem galardão..." Disse o Mestre.
Faça o bem e a Luz que é o próprio bem iluminará a sua vida.
 

José lucio souza


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Riscos e Resgate

Riscos e Resgate

            Grace Darling, a filha do zelador de um farol, viu um naufrágio e os sobreviventes perto da praia, no dia 7 de setembro de 1838. Ela e seu pai, juntos, corajosamente remaram seu barco por 1,60 km em águas agitadas para resgatar muitas pessoas. Grace se tornou uma lenda por seu coração compassivo e mão firme ao arriscar sua vida para salvar outros.
            O apóstolo Paulo nos fala de outro homem e mulher que correram riscos para resgatar outros. Ele escreveu sobre Priscila e Áquila, seus colaboradores em Cristo, que “… arriscavam a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios” (Romanos 16:4).
            Não nos é dito exatamente a que “riscos” Paulo se referia, mas sabendo que espancamentos, aprisionamento, naufrágios e ameaças de morte eram tão comuns no ministério dele, não é tão difícil imaginar como este casal poderia ter se colocado em caminhos perigosos para ajudar o seu amigo. À primeira vista, o resgate de Paulo era mais importante para eles do que a sua própria segurança.
            Resgatar os outros – seja do perigo físico ou espiritual – geralmente vem com um risco. Mas quando corremos o risco por alcançar aos outros, refletimos o coração do nosso Salvador que desistiu de muito por nós.

FONTE:
H. Dennis Fischer

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