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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Os Surdos Ouvem

Ao guardar-se no seminário em 1814, Thomas Gallaudet planejava tornar-se um pregador. Contudo, seu chamado para o ministério tomou um rumo diferente ao encontrar Alice, de nove anos, uma menina surda de seu bairro. Gallauder começou a comunicar-se com ela escrevendo palavras com um graveto na terra.
Ajudar Alice motivou-o a ajudar também outras pessoas. Após consultar peritos europeus e norte-americanos em educação de surdos, ele aperfeiçoou um sistema amplamente conhecido nos dias de hoje, como “linguagem de sinais” (as mãos de uma pessoa transmitem a mensagem). Finalmente, ele estabeleceu a American School for the Deaf (Escola Americana para os Surdos).
A escola de Gallaudet para deficientes auditivos continha um currículo cristão que compartilhava o evangelho e incluía o ensino bíblico. Ele respondera ao chamado para pregar – mas, para um grupo muito especial de pessoas. A linguagem de sinais era a sua maneira de comunicar o evangelho.
Como Gallaudet, nós também deveríamos compartilhar a Palavra de Deus com pessoas em maneiras que elas possam compreender. Caso contrário, “… como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?” (Romanos 10:14). De que maneira Deus deseja que você alcance as pessoas à sua volta?

FONTE: H. Dennis Fischer

Os Surdos Ouvem

FAÇA diariamente, ao despertar, afirmações positivas de alegria e de vitória, procurando construir em torno de si um ambiente de serenidade e de harmonia.

Aprenda a sorrir de coração para todos: parentes, amigos, conhecidos, de tal forma que baste a sua presença, para que a alegria penetre no coração das criaturas que lhe chegam perto.

E verifique a felicidade que isto lhe causará.

Do livro MINUTOS DE SABEDORIA, de C. Torres Pastorino


afirmações positivas

RELACIONAMENTOS

 

Numa sociedade individualista, onde todos se relacionam de uma maneira superficial, conviver em harmonia com o próximo e consigo mesmo é uma arte que exige destreza de equilibrista circense.

Desde pequenos somos preparados pela família e escola para nos sociabilizarmos. Aprendemos que para ter bons relacionamentos é preciso haver afinidades, interesses comuns e respeito entre as partes. Que num grupo, a individualidade é secundária aos interesses da coletividade; que a harmonia vem da alegria simples do contato, da conversa informal, quase lúdica, onde um elemento catalisador, como um assunto em voga, um cafezinho, ou um copo de vinho, ajuda a manter o "espírito" agregador do grupo.

Observadores do comportamento humano defendem que nos relacionamentos devemos sempre levar em conta a sensibilidade alheia. Numa tertúlia, a palavra é o veículo de exteriorização de pareceres e ideias, logo, deve ser emitida com cuidado, pois se mal interpretada pode dar ensejo a conclusões errôneas, e até mesmo a malquerenças ou raivas. O mesmo acontece com as manifestações de afeto ou simpatia, em excesso, podem despertar ciúmes, antipatias ou descrédito. 

Nos tratamentos entre amigos, mesmo que sejam íntimos, devemos evitar a vulgarização, que pode descambar para baixaria. Já as demonstrações de veneração mexem com a vaidade humana, levando à falsa impressão de que alguém possa se tornar indispensável para outrem, o que não é verdade. Nas conversas, é bom ter sempre em mente que o indivíduo quanto mais "civilizado ou ilustrado" faz como a lua, só mostra uma face, que é nos detalhes, nas pequenas "deixas" e atos, que ele mostra a verdade. O discurso, regido pelos interesses, pode ludibriar, mas o comportamento, difícil de disfarçar, em algum momento mostra o caráter.   

Todos nós temos qualidades e defeitos, por isso devemos evitar fazer julgamentos precipitados e corrigir quem quer que seja, pois não somos os donos da verdade. Tolerância e cortesia (na medida certa), evitar a vaidade (coisa comum), prestigiar o mérito (coisa rara), além de manterem a harmonia, são sinais de bom senso e inteligência.

Finalmente, na arte de bem se relacionar, devemos fazer como os franceses:

-"Parler sens accent" para ter razão,

 "Parler avec accent" para suscitar sentimentos!

 

Maria Eduarda Fagundes

 

RELACIONAMENTOS

fim do mundo em 2012

você acha que o fim do mundo está próximo, muitos acreditam que
o fim do mundo acontecerá em dezembro deste ano, veja abaixo
indicios pelo qual muitos acreditam que o fim do mundo está próximo

1. Segundo sol
Cada Sol está ligado a outro Sol, que é seu duplo (SEGUNDO SOL), e o duplo
do nosso Sol chama-se Hercólubus, também chamado por nossos cientistas de Planeta X
a previsão da máxima aproximação do nosso Sol, e com grandes consequências em nosso Planeta,
é ainda este ano. Hercólubus, de fato, não é um Planeta, é uma estrela, que intervém
aproximadamente a cada 3.600 anos.

2. numeros alarmantes de terremotos, Estima-se que ocorram a cada ano cerca de 500 mil tremores
em todo o globo

3. uma estranha série de eventos terremotos, enchentes, furacões
secas e previsões como de uma colisão de meteoros e planetas com a Terra
no ano em que o caledário maia, topo da civilização também acaba em 2012
deixa muitas pessoas preocupadas.

e você o que acha, o fim do mundo acaba em 21 de dezembro como preveêm


fim do mundo em 2012

*O valor da TOLERÂNCIA*

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.

E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.

Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.

Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.

Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...

Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.

A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.

E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir as falhas do outro.

Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.

Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.

Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu.

Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia, eu e ela nos completamos.

Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes."

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, a você e ao próximo.









*O valor da TOLERÂNCIA*