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quarta-feira, 7 de março de 2012

Titulo: a semente.
mensagem: A semente Num acalorado dia de outono, uma menininha jogou uma semente dentro de um buraco na terra, recobriu-a e esperou sua flor crescer. Mas logo chegaram as neves do inverno e formaram um espesso cobertor branco sobre o chão. E a pobre semente não pôde crescer. Depois de esperar pacientemente durante semanas e meses, a menininha olhou porta afora e disse: – Vamos, sementinha, cresça logo, cresça muito, muito, até que você tenha um caule comprido coberto de folhas verdes e enormes flores amarelas. Mas a semente respondeu: – Ainda estou com frio, enregelada. Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – A terra enrijecida, em cujo seio me encontro – disse a semente. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Terra, terra, por favor, amoleça para que a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. Mas a terra respondeu: – Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – A neve que me recobre – disse a terra. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Neve, neve, por favor, derreta para que a terra amoleça e a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. Mas a neve respondeu: – Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – Ao sol que me derrete – disse a neve. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Sol, sol, por favor, apareça para que a neve derreta e a terra amoleça e a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. Mas o sol respondeu: – Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – Às nuvens que me recobrem – disse o sol. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Nuvens, nuvens, por favor, vão embora para que o sol apareça e a neve derreta e a terra amoleça para que a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. Mas as nuvens responderam: – Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – Ao vento que sopra para longe – disseram as nuvens. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Vento, vento por favor, sopre para que as nuvens vão embora e o sol apareça e a neve derreta e a terra amoleça para que a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. Mas o vento sussurrou em seu ouvido: – Você terá que pedir a outrem. – A quem? – perguntou a menininha. – A Deus que faz tudo crescer – disse o vento. – É o que vou fazer – gritou a menininha. – Eu deveria ter pensado nisso. Então ela se ajoelhou, juntou as mãos e pediu. Deus, peça ao vento que sopre para que as nuvens vão embora e o sol apareça e a neve derreta e a terra amoleça para que a minha sementinha possa se aquecer e se transformar numa flor. E Deus sorriu para a menininha. Ela tornou a olhar porta afora. Havia uma brisa morna. As nuvens tinham ido embora, o sol estava brilhando, a neve derretendo e a terra amolecendo e se recobrindo de verde. E em pouco tempo a flor surgiu. Na nossa vida também acontece assim....... Quantas vezes nos debatendo,nos lamuriando ,estressados e cansados de pedir,de implorar De achar que nimguem nos ouve,será que estamos pedindo ajuda a para a pessoa certa? Um pai não abandona seu filho,e se por vezes não nos dá o que pedimos é por que isso não era para nosso bem ,tudo contribui para nosso crescimento,é nos dias de chuva que aprendemos a valorizar os dias de sol,e é depois da tempestade que valorizamos a bonansa. CREIA NO DEUS QUE CRIOU A VIDA E VIVA NA SUA PAZ E AMOR,DEIXE QUE ELE CONDUZA SUA VIDA,E LEMBRE-SE SOZINHOS NÃO SOMOS NADA.

a semente.

Titulo: Com que roupa eu vou?
mensagem: A roupa do novo mandarim Há muitos séculos atrás, um homem foi nomeado mandarim, uma espécie de conselheiro na China. Envaidecido com a nova posição, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Agora, seria um grande homem, uma pessoa muito importante. Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho sábio, um alfaiate especial, que sabia dar a cada cliente o corte perfeito. Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou há quanto tempo ele era mandarim. A informação era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito à roupa. - Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto? Paciente, o alfaiate explicou: - A informação é preciosa. É que um mandarim recém-nomeado fica tão deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabeça levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de trás. Depois de alguns anos, está ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experiência. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito em seguida. Para esse, costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de trás. Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo está curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem falar na humildade que adquiriu pela vida de esforços. É o momento de eu fazer o manto com a parte de trás mais longa. Portanto, preciso saber há quanto tempo o senhor está no cargo, para que a roupa lhe assente perfeitamente. O homem saiu da loja, pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele sábio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar. "O orgulho do saber é talvez mais odioso que o do poder". - Marquês de Maricá

Com que roupa eu vou?