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quinta-feira, 10 de março de 2011

Três mulheres conversando ao lado de um poço.
Um velho as escutava.
A primeira mulher dizia:
- Meu filho é muito forte, corre e pula.
A segunda dizia:
- O meu filho canta como os passarinhos.
A terceira mulher nada dizia, então o velho perguntou:
- Você não tem filhos?
Ela respondeu:
- Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.
As três mulheres pegaram seus potes cheios de água e foram caminhando.
No meio do caminho, elas pararam para descansar
e o velho homem sentou ao lado delas.
Logo elas viram seus filhos voltando para perto delas.
O primeiro vinha correndo e pulando, o segundo vinha cantando lindas canções.
O terceiro não vinha pulando nem cantando,
mas correu em direção da sua mãe, pegou o pote cheio de água e levou para casa.
Então as três mulheres perguntaram para o velho homem:
- O que o senhor achou dos nossos filhos?
E o velho homem respondeu:
- Realmente, eu acabei de ver três meninos,
mas vi apenas um filho.

Três mulheres e um velho

Terremotos
Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.

Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.

Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida. O que fazer?

Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado. Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no "cuidar dos vivos". Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

É assim que a história nos ensina. Por isso a história é "a mestra da vida". Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Pense nisso.

(Autoria Desconhecida)

Terremotos