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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Desiderato

terça-feira, 9 de junho de 2009

O Poder do Afeto

A falta de tato para resolver conflitos e tratar de assuntos com pessoas que têm idéias opostas, tem sido responsável por muitos desentendimentos e dissabores nos relacionamentos.
 
Por vezes, um problema que poderia ser facilmente resolvido, cria sérios rompimentos por causa da falta de jeito dos antagonistas.
 
O afeto, usado com sabedoria é uma ferramenta poderosa, mas pouco usada pela maioria dos indivíduos.
 
O mais comum tem sido a violência, a agressividade, a intolerância.
 
Existem pessoas que não g ostam de mostrar sua intimidade e se escondem sob um véu de sisudez, com ares de poucos amigos, na tentativa de evitar aproximações que deixem expostas suas fragilidades.
 
São como os caramujos, os tatus, as tartarugas e outros semelhantes.
 
Ao se sentirem ameaçados, escondem-se em suas carapaças naturais, e não deixam à mostra nenhuma de suas partes vulneráveis.
 
A propósito, você já tentou alguma vez retirar, à força, de seu esconderijo, um desses animaizinhos?
 
Seria uma tentativa fracassada.
 
No caso da tartaruga, por exemplo, quanto mais você tentar, com violência, retirá-la do casco, mais ela irá se encolher para sobreviver.
 
Mas, se você a colocar num lugar aconchegante, caloroso, que inspire confiança, ela sairá naturalmente.
 
Assim também acontece com os seres humanos. Se em vez da força se usar o afeto, o aconcheg o, a ternura, a pessoa naturalmente de desarma e se deixa envolver.
 
Às vezes a pessoa chega prevenida contra tudo e contra todos e se desarma ao simples contato com um sorriso franco ou um abraço afetuoso.
 
Mas, se ao invés disso encontra pessoas também predispostas à agressão, ao conflito, as coisas ficam ainda piores.
 
Como a convivência com outros indivíduos é uma realidade da qual não podemos fugir, precisamos aprender a lidar uns com os outros com sabedoria e sem desgastes.
 
A força nunca foi e nunca será a melhor alternativa, além de causar sérios prejuízos à vida de relação.
 
Portanto, criar relacionamentos harmônicos é uma arte que precisa ser cultivada e levada a sério.
 
Mas para isso é preciso que pelo menos uma das partes o queira e o faça.
 
E se uma das partes quiser, por mais que a outra esteja revestida de uma proteção semelhante à de um porco-espinho, ninguém sairá ferido e o relacionamento terá êxito.
 
Basta lembrar dessa regra bem simples, mas eficaz: em vez da força, o afeto. E tudo se resolve sem desgastes. 
 
 
De tudo o que fazemos na vida ficam apenas algumas lições:
 
A certeza de que estamos todos em processo de aprendizagem...
 
A convicção de que precisamos uns dos outros...
 
A certeza de que não podemos deter o passo...
 
A confiança no poder de renovação do ser humano.
 
Portanto, devemos aproveitar as adversidades para cultivar virtudes.
 
Fazer dos tropeços um passo de dança.
 
Do medo um desafio.
 
Dos opositores, amigos.
 
E retirar, de todas as circunstâncias, lições para ser feliz.
 

O Poder do afeto

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Um certo homem famoso deparou-se com um terrível dilema. Quando entrou em sua casa carregando um presente para sua esposa, sua filhinha paralítica cumprimentou-o.

- Onde está a mamãe ? - ele perguntou após beijá-la.

- A mamãe está lá em cima - a menina respondeu.

- Bem - disse o pai, tenho um presente para ela.

- Oh! - exclamou a pequena. Deixe-me carregar o pacote para a mamãe?

- Por que, Ana querida ? - replicou o pai. Como você pode carregar o pacote para a mamãe, se você não consegue andar ? Com um sorriso, a menina continuou:

- Isso é verdade, papai. Mas você pode me dar o presente e me carregar!

Carregando em seus abraços, o homem levou para cima a pequena Ana e o presente. Então, ele viu a sua própria posição perante Deus: ultimamente vinha levando um pesado fardo, porém, Deus não o estava carregando?

Em situações de nossa vida sempre sentimos o peso dos fardos. Algumas vezes nos esquecemos de que, mesmo carregando nosso fardos, estamos sendo carregados pelo nosso Pai Celeste, que é o "Refúgio nas horas de tribulação".

Que você viva hoje a segurança de estar nos braços de Deus! É só pedir e alcançar…

"O Senhor é também alto refúgio para o oprimido, refúgio nas horas de tribulação"

Bíblia, livro de Salmos capítulo 9 verso 9

Texto Bíblico Utilizado: Salmos 9:9
 
Fonte; Vida net

Refugio para o oprimido

Desafios são oportunidades em nossas vidas...

Só queria lembrá-lo nesse momento, para o princípio atemporal, quando conseguimos nos desprender do passado e não nos preocuparmos com o futuro... Conseguimos nos colocar completamente no agora!

Acredite, perceber as situações negativas como oportunidades, em vez de castigo, é uma das coisas mais que podemos fazer, porém um das mais importantes atitudes que podemos tomar...

Lembre-se, isso é apenas uma oportunidade que a vida nos oferece, uma oportunidade de mudanças para a nossa alma, e quanto praticarmos esta perspectiva em nossas vidas, mais amadureceremos a natureza de nossa consciência.

No dia de hoje, observe as experiências que a vida esta te oferecendo para ser vivida...
Veja suas atitudes, busque observar o que normalmente incomoda você e o porquê, e promova as mudanças que sejam necessárias e o que precisa para estar bem com você mesmo.
  
 

Desafios são oportunidades

Às vezes os melhores amigos em um ano,

se tornam apenas bons amigos no próximo ano,

já não se falem tanto no ano seguinte,

e não tenham tempo de se falar no próximo.

Então, eu só queria te dizer,

que mesmo que nunca mais nós nos falemos,

você é especial para mim e fez toda a diferença na minha vida,

Eu me preocupo com você, respeito você, e nunca esquecerei você.

Envie isso para os seus amigos,

não importa o quanto vocês se falem,

ou quão próximos vocês estão,

e mande isso para a pessoa que te mandou.

Deixe os velhos amigos saberem que você não os esqueceu,

e diga ao novos que você nunca os esquecerá.

Lembre-se, todo mundo precisa de amigos,

se algum dia você achar QUE NÃO TEM AMIGOS,

lembre-se dessa mensagem

e se alegre em saber

Que eu estou aqui.
AMIZADE NAO SE COMPRA SE CONQUISTA...

AMIZADE

Como manter um amor?

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhando pela praia.
Chegando em certo ponto e a menina questionou:

- Como se faz para manter um amor?

A mãe olhou para a filha e respondeu:

- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...

A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia
com a mão com mais velocidade a areia se escapava, dizendo à sua mãe:

- Mamãe, assim a areia cai!

- Eu sei, agora abra completamente a sua mão...

A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia
que restava em sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!

A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:

- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha a mão semi-aberta
como se fosse uma colher... Bastante fechada para protegê-la e
bastante aberta para lhe dar liberdade.

A menina experimenta fazer isto e logo percebe que a areia não escapa
da sua mão, sendo protegida do vento.

A mãe então lhe diz:

- É assim que se faz durar um amor...

Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua
para sempre. Se não é porque nunca foi sua de verdade.

Cultivando o amor...

Amor de Mãe

Foi em dezembro de 1944 que tudo começou. Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças. A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês.

No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia. Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: "está escutando?" É choro de criança."

A outra lhe disse que voltasse a dormir. Ela devia estar sonhando. Todos conheciam a história de Luba. Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.

Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos. Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás.

Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido.

No primeiro momento, desistira de viver. Depois a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias.

Agora, Luba ouvia choro de crianças. Quem seriam?

Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo. Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.

Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo: "vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém."

Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.

Luba agradeceu a Deus por ter lhe enviado aquelas crianças. O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.

Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera. Pôs sua mão no braço dele e suplicou. Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.

Ela se levantou, o lábio sangrando e falou: "sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô. Por que há de querer maltratar crianças e bebês?"

"Fique com elas", foi a resposta seca do oficial.

Mas ficar com elas não era suficiente. Era necessário alimentá-las. Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ía ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.

Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: "lá vem irmã Luba. Ela traz comida pra nós!"

À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava. Era a mãe que lhes faltava. As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.

Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: "estão livres! Livres!"

Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração.

...............

Em abril de 1995, 50 anos após a libertação, cerca de 30 homens e mulheres se reuniram na prefeitura de Amsterdã para homenagear aquela mulher.

Recebeu, em nome da rainha beatriz, a medalha de prata por serviços humanitários.

No entanto, declarou que sua maior recompensa era estar com aqueles seus filhos que, com o apoio de Deus, conseguira salvar da sombra dos campos da morte.

Por isso tudo nunca pensemos que somos muito pequenos para lutar pelas grandes causas ou que estamos sós. Quem batalha pela justiça, tem um insuperável aliado que se chama Deus, nosso Pai.

CADA UM DE NÓS, PODE FAZER A DIFERENÇA, MESMO SE FOR SÓ EM CASA. REFLITA SOBRE ISTO. PAZ E BEM...


Mãe não é só a que gera.

Temos a tendência de nos deixar influenciar pela atmosfera e humor dos outros.

Se o ambiente é bom nos sentimos super bem.

Se a companhia é ruim, perdemos o brilho.

Mas pense numa rosa fragrante.

Será que ela deixa de ser fragrante a depender do local em que está?

Não, absolutamente.

Uma rosa fragrante é sempre fragrante.

Esta é a natureza dela.
 
Da mesma forma, não importa onde nem com quem você esteja,
nunca deixe de expressar sua virtude.

Virtude é a fragrância da alma.


Virtude

Tenha um lindo dia repleto de coisas boas

 

Que hoje seja o início da busca de nossa Paz no Coração.

 

Vamos tentar diariamente ou sempre que pudermos fazer esse exercício. Que tal uma caminhada?

 

Não essas caminhadas repletas de alongamentos, ritmos e suor, mas sim, aquela cheia de amor e observação, sem pressa.

 

Olhe tudo em sua volta.

 

Você já olhou o céu hoje?

 

Olhou as árvores?

 

As flores?

 

Observou o barulho do vento sacudindo as folhas?

 

Os peixes no lago?

 

Sentiu a brisa suave acariciando seu rosto?

 

Sentiu o Sol aquecendo seu corpo?

 

Nossa, quantas coisas maravilhosas foram preparadas  para nós e nos passam  desapercebidas porque temos pressa.

 

Olhe para dentro de si e jogue fora os lixos, selecione tudo o que for bom e traga para o seu dia.

 

As boas lembranças, tudo que deu certo, o carinho dos familiares e amigos.

Se goste, se valorize, dê um abraço cheio de amor e carinho nas pessoas que estão presentes no  seu dia a dia. Permita-se receber também.

 

Seja otimista. Alimente seus sonhos e lute para realizá-los.

 

Sabemos que a Vida é conturbada, mas pelo menos, nessa primeira volta do seu caminhar diário, abasteça-se para sentir Paz no seu Coração e acumular energia para as demais voltas  repletas de alongamentos, esforços físicos, cansaços e suor.

 

E quando a noite chegar, Você estará cansado, porém, feliz porque deu e fez o melhor que pôde neste dia.

 

Muito Amor e Muita Paz no seu Coração!!



Tenha um lindo dia repleto de coisas boas

Resposta de uma pergunta que foi feita ao médico psiquiatra Roberto
Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".

O entrevistador Camilo Vannuchi perguntou a ele:
- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?

Shinyashiki responde:
- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da
Sociedade.

A primeira é:
- Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse
significados individuais.

A segunda loucura é:
-Você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é:
-Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo
absurdo.

Por fim, a quarta loucura:
-Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.
Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que
diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem
infelizes
justamente por causa do casamento.

Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou
amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou
ao cinema.

Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de
pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu
sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega
o médico pela camisa e diz:

"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora
eu quero aproveitá-la e ser feliz".

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que
a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o
dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou
perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."

SER FELIZ

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem
universitário, que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o
jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de
Marcos .

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

Respondeu o jovem:

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História
Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100
anos, mostrou a miopia da religião.Somente pessoas sem cultura ainda

crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria

conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem

sobre tudo isso.

- É mesmo? Disse o senhor.
E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação,

falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o
material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e
deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se
envergonhado

No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor
Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional
da França.

" Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima". Niguém
pense que ser intelectual é demais, para admitir a existecia de um
criador.

Fato verídico ocorrido em 1892, integrante da biografia de Louis Pasteur.

Deus e a ciência