BRILHE!

Você sonha - logo, existe.
Você ouve, vê, sente, pensa - logo, acredita.
Acreditar é a palavra.
Você é. Você está. Você pode. Você faz.
Você melhora. Você dá. Você recebe. Você acrescenta. Você faz a diferença.
Você vai fazer deste um dia especial.
Não se intimide diante de nada.
Sua força está renovada.
O tempo está a seu favor. O dia só está começando.
Concentre-se nos seus objetivos e não perca a chance de tomar sempre a
melhor atitude.
Está em cena aquela pessoa bonita, forte, inteligente, charmosa, generosa
e humilde que está aí dentro você.
Deixe evidente suas qualidades.
Não tenha vergonha de fazer bonito.
Gente é pra brilhar.
Aproveite, o cenário já está pronto.
É só deixar o seu talento fluir.

Autor Anônimo


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O MEDO

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.

Mas aí ele ficou com medo do cão, por isso o mágico o transformou em cão.

Então, ele começou a temer a pantera e o mágico o transformou em pantera.

Foi quando ele se encheu de medo do caçador.

A essas alturas, o mágico desistiu.

Transformou-o em camundongo novamente e disse:

"Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem a coragem de um camundongo".

É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.

Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar apesar do medo.


Autoria: Evandro N. da Mota
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Os Patins


Em certa ocasião, havia um menino que tinha admiração por patins.

Era tudo o que ele queria na vida.

Pediu, pediu, tanto fez que um belo dia, eis que conseguiu. Ficou muito feliz com o par de patins, não desgrudava dele um minuto se quer, era dia e noite, o menino e o patins. Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los.

Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria, o que ele mais gostava de fazer era estar com eles.

Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.

O tempo foi passando e o patins guardado.

Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins.

Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins.

Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais no seu pé.

O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos e que não vai mais poder recuperar.

Poderia sim comprar outro par, mas nunca seriam iguais aqueles.

Assim como o menino da história, são as pessoas.

Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucar e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.

Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos, por mais que comprasse outro não iria ser igual.

Deixe as besteiras de lado, as brigas, os ressentimentos e viva o amor hoje. O que importa é o presente e ser feliz. Não guarde os patins.


Autor Desconhecido

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felicidade não está no lugar onde estamos e muito menos naquilo que temos!

Não tenho carro nem bicicleta. Não tenho sala de jantar nem casa de banho privada. Não tenho telefone nem mensagens escritas. Não tenho electricidade todos os dias nem água potável na torneira. Não tenho uma TV grande nem um aparelhagem de som. Não tenho máquina de lavar roupa nem de lavar loiça. Não tenho banheira nem piscina. Não tenho cinema nem teatro. Não tenho cão nem gato. Não tenho roupa nova nem ténis de marca. Não tenho videogame nem jogos no computador. Não tenho dinheiro a render juros nem acções. Não tenho centros comerciais nem parques de diversões. Não tenho TV cabo nem rádio. Não tenho jornais nem revistas. Não tenho ar condicionado nem ventoínha. Não tenho café nem gelados.
E no entanto, tenho tido os melhores tempos dos últimos anos...
João narciso

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O pacote de jujubas

     

O pacote de jujubas

Autor: Antonio Pereira (Apon)

 

Tudo começou, quando um pacote de jujubas, foi colocado dentro de uma caixa de primeiros socorros: O álcool absoluto fez um discurso hostil e inflamado contra aquela presença insólita. Indignado, o termômetro elevava a temperatura enquanto o esparadrapo e a gaze aderiam aos impropérios cortantes da tesoura. O anticéptico cobrava a pureza dos elementos daquela caixa, que não poderiam estar misturados com “aquela coisa” doce e açucarada. Já os comprimidos, reclamavam do espalhafato daquelas “bolotas coloridas,” fazendo côro com as críticas arrotadas pelo sal de frutas.

Assim, isoladas em um canto, as jujubas “assistiam” os dias passarem, mantendo-se em silêncio, apesar dos ataques e ofensas recebidos. Certo dia, a caixa foi levada para o carro, a família estava “pegando a estrada”...  Presos num enorme e inesperado engarrafamento, após duas horas sob o sol “berimbalesco” da Bahia, um garoto começou a passar mal: estava lívido, suava frio... A mãe abriu nossa já conhecida caixa de primeiros socorros. Levantada a tampa, lá estavam todos de prontidão para prestar seus prestimosos serviços. Com grande estupefação, viram duas jujubas serem retiradas do pacote e dadas ao menino, que sendo diabético, naquele momento estava com hipoglicemia.

Na vida, como naquela caixinha, ninguém está aqui por acaso, cada um de nós tem a sua importância, o seu momento de fazer a diferença. Não dê ouvidos às ofensas, não se permita desestimular. Muitas vezes, por ignorância, maldade, inveja, medo... Algumas pessoas sentem-se incomodadas com o desconhecido ou, ensimesmadas pela vaidade e o orgulho, tornam-se refratárias ao novo. Faça a sua parte, siga em frente, lembre das jujubas!

 

Leia mais em: http://br.geocities.com/aponarte/

 

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